Terceirização de TI: o que a Gol Linhas Aéreas fez para economizar 90% do tempo ocioso

Descubra como a Gol economizou tempo com apoio especializado e veja os benefícios da terceirização de TI para empresas.

A terceirização de TI deixou de ser uma alternativa ou solução voltada apenas à redução de custos. Hoje, ela se tornou algo essencial para empresas que precisam ganhar eficiência, modernizar operações e responder com mais agilidade a ambientes complexos. Em setores críticos, nos quais qualquer falha pode gerar impactos imediatos, esse modelo se tornou ainda mais relevante. 

Foi exatamente esse tipo de visão que ganhou força em projetos recentes de transformação tecnológica, como o case da Gol Linhas Aéreas. Em um projeto conduzido com apoio da SAP e da Mignow, a companhia reduziu drasticamente tempo ocioso em processos e acelerou rotinas críticas, com relatos de ganhos próximos de 90% em determinadas atividades operacionais, além de reduzir relatórios de 20 minutos para 2 minutos e comprimir a janela de downtime de 12 dias para apenas dois finais de semana.  

Esse movimento não aconteceu por acaso e nem mesmo do dia para noite. Houve método, estudo, especialização e apoio externo. E é justamente por isso que o case chama atenção. Ele mostra, na prática, como terceirizar competências certas pode impulsionar resultados concretos. 

O que é terceirização de TI e para que ela serve? 

A terceirização de TI consiste em delegar a um parceiro especializado atividades, operações ou capacidades técnicas relacionadas ao ambiente tecnológico da empresa. Isso pode envolver suporte, infraestrutura, monitoramento, service desk, segurança, cloud, projetos e até equipes dedicadas. 

Na prática, a empresa passa a contar com expertise externa para elevar eficiência e reduzir sobrecargas internas. 

Esse modelo serve para diferentes objetivos: 

  • ampliar capacidade operacional  
  • reduzir gargalos técnicos  
  • acelerar projetos complexos  
  • melhorar governança  
  • aumentar previsibilidade  
  • fortalecer continuidade operacional  

Além disso, a terceirização permite acesso a competências que nem sempre fazem sentido manter integralmente dentro da sua empresa. Por isso, empresas em expansão, ambientes críticos e operações com alto nível de exigência costumam recorrer a esse formato. 

» Leia também: Governança de TI 

Mulher realizando terceirização de TI remotamente

Quando eficiência deixa de ser meta e vira resultado 

Há projetos que ajudam a entender o valor da terceirização de TI de forma concreta, e o case da Gol Linhas Aéreas é um desses exemplos. A companhia precisava conduzir uma migração para SAP S/4HANA sem comprometer uma operação extremamente sensível, com centenas de voos diários e alto nível de dependência tecnológica. O desafio não era apenas modernizar sistemas, mas fazer isso preservando continuidade operacional, desempenho e conformidade. Em um cenário como esse, qualquer falha poderia gerar impactos relativamente grandes e até mesmo perigosos. Foi nesse contexto que a empresa adotou um modelo apoiado em especialização externa, automação e execução estruturada. 

Segundo o case divulgado pelo IT Forum, até 80% das etapas de conversão foram automatizadas, mais de mil cenários reais de testes foram executados e ganhos relevantes foram alcançados em atividades operacionais críticas. O resultado mais emblemático foi a economia próxima de 90% do tempo ocioso em determinados processos, além da redução do tempo de geração de relatórios e da compressão significativa da janela de downtime. 

Esse resultado chama atenção porque demonstra algo importante. O ganho não veio apenas da adoção de tecnologia, mas do modelo utilizado para colocar essa transformação em prática. A eficiência surgiu da combinação entre ferramentas, conhecimento técnico, automação e apoio especializado. Isso dialoga diretamente com o conceito de terceirização de TI, porque mostra como recorrer a parceiros certos pode acelerar mudanças complexas sem expor a operação a riscos desnecessários. 

O que a Gol fez para reduzir tempo ocioso? 

A redução do tempo ocioso não aconteceu por uma iniciativa isolada. Ela foi consequência de um conjunto coordenado de melhorias. Parte do ganho veio da eliminação de tarefas manuais e etapas redundantes, que antes consumiam esforço operacional e aumentavam lentidão nos fluxos internos. Ao automatizar rotinas e reorganizar processos, a companhia reduziu desperdícios e melhorou a velocidade das entregas. 

Além disso, o projeto trouxe impacto em atividades que costumam afetar produtividade, como geração de relatórios e janelas de indisponibilidade. Quando um processo que demandava vinte minutos passa a ser executado em dois, existe ganho mensurável. Quando um período de downtime previsto em dias é reduzido para apenas dois finais de semana, existe ganho operacional e redução de risco. Esses resultados reforçam que tempo ocioso nem sempre está ligado à inatividade explícita. Muitas vezes, ele aparece em processos lentos, retrabalho, esperas e rotinas mal estruturadas. 

Esse ponto importa porque muitas empresas convivem com perdas invisíveis e sequer as mensuram. Gastam horas com chamados recorrentes, dependem de processos manuais e absorvem ineficiências como se fossem normais. 

O que esse case ensina sobre terceirização de TI? 

O principal aprendizado do case é que terceirização de TI não deve ser entendida apenas como transferência de atividades para um fornecedor. Em modelos maduros, ela representa acesso a competências, métodos e capacidade de execução que ampliam o desempenho do negócio. Esse é um ponto frequentemente negligenciado. 

No caso da Gol, a especialização reduziu riscos. Isso porque projetos complexos exigem conhecimento técnico profundo, capacidade de antecipar falhas e experiência para lidar com cenários críticos. Ao trazer apoio externo qualificado, a companhia ganhou velocidade sem abrir mão de controle. 

Outro aprendizado relevante está no papel da automação. Muitas vezes, empresas associam terceirização apenas à alocação de recursos humanos. Porém, o caso mostra que terceirizar também pode significar acessar ferramentas, processos mais eficientes e modelos operacionais mais maduros. Esse fator tem impacto direto sobre produtividade. 

Além disso, o case reforça a importância de proteger continuidade operacional em qualquer iniciativa de transformação. Modernizar um ambiente tecnológico sem preservar estabilidade pode criar mais problemas do que soluções. Nesse sentido, a lógica aplicada no projeto segue um princípio importante do outsourcing: evoluir sem comprometer a operação. 

Talvez o maior ensinamento esteja em outro ponto. Ganhos operacionais precisam ser mensuráveis. Tempo economizado, downtime reduzido e maior eficiência não são benefícios abstratos. São indicadores que fortalecem decisões e mostram retorno. 

Como a Infonova aplica esse conceito na prática 

Na Infonova, a terceirização de TI é tratada como um modelo contínuo de sustentação operacional, não como simples fornecimento de recursos. A proposta envolve apoiar empresas com suporte especializado, gestão de infraestrutura, monitoramento, segurança e equipes dedicadas desenhadas conforme a realidade de cada ambiente. 

Esse modelo busca resolver problemas muito concretos, como indisponibilidades, falta de previsibilidade e sobrecarga operacional. Ao mesmo tempo, busca criar condições para que a empresa tenha mais controle sobre sua TI e consiga evoluir com menos riscos. 

Com mais de 20 anos de atuação, a Infonova acumulou experiência em operações críticas, reestruturações e ambientes em expansão. Esse repertório permite adaptar a operação conforme maturidade do cliente, criticidade do negócio e necessidade técnica. E isso faz diferença, porque ambientes complexos não respondem bem a modelos engessados. 

Por isso, caso tenha interesse em deixar de depender de ativos internos e ter um maior controle dos seus recursos, e claro, acesso a ferramentas de ponta na área de gestão de TI, fale com um dos nossos especialistas agora mesmo! 

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